sábado, 16 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
(Fernando Pessoa)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
A gestão das escolas
Hoje, muitas escolas oferecem o Ensino Regular, Cursos de Educação e Formação, Cursos Profissionais, Ensino Recorrente, cursos de Educação e Formação de Adultos, Centros Novas Oportunidades. Há ainda os exames a nível de escola, testes intermédios a nível nacional, o novo estatuto do aluno, a avaliação do pessoal não docente, reuniões e mais reuniões. Acrescento as candidaturas financeiras a muitos daqueles cursos, com contabilidade própria. A actualização constante de Projectos Educativos, de Regulamentos Internos, de Planos Anuais de Actividade e de muitos outros regulamentos. Alguns deles terão de ser actualizados por causa da avaliação de desempenho dos professores, e, posteriormente, aquando da publicação do diploma sobre a nova gestão das escolas. Leccionar e realizar todo este trabalho, é cansativo, é penoso, é frustrante e até desumano, na medida em que muitos desses documentos se alteram com a ideia de que daqui a uns meses teremos que o fazer novamente. Muitas vezes, temos que trabalhar no escuro, por falta de diplomas, que regulamentem situações ainda por esclarecer, como é o caso do trabalho a realizar no âmbito da avaliação de desempenho do pessoal docente.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Recomendações sensatas
domingo, 27 de janeiro de 2008
As próximas semanas
As Caldas de Chaves
sábado, 19 de janeiro de 2008
De visita ao S. Caetano
Lembrei-me de "O Jogador" de Fiodor Dostoievski: o vício do jogo; a roleta que entusiasma os clientes; as paixões; a vida atribulada das pessoas.
Calçada romana de Sanjurge
"O pinheirinho"
Casa do Sr. Valpaços
Capela de S. Caetano
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
A Matança do Porco
sábado, 12 de janeiro de 2008
De visita a Montalegre
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
José da Fonte Santa
Prefere ser anónimo
do que falsamente
admirado por quem
não presta.
José da Fonte Santa
Esta semana, ao pesquisar na Internet, descobri que as Edições Colibri (em colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém) tinham publicado duas obras sobre José da Fonte Santa. Através do email da editora requisitei imediatamente esses dois livros. Recebi-os hoje, e leio-os com alguma avidez. Pelas leituras fiquei a saber que o Sr. Zé faleceu no ano de 1998.
Conheci o Sr. Zé (como gostava de o chamar, apesar de me pedir várias vezes para não o tratar por Senhor) em Santiago do Cacém no ano de 1981. Encontrava-me diariamente com ele no Café Ribatejano, onde gostava de o ouvir falar de literatura, de política, do passado e outras histórias. Falava-me de Tolstoi e de outros escritores como me falava das ruas de Santiago e das suas gentes. De igual modo me falava das lutas políticas que travara contra o regime de Salazar. Ou das várias histórias que vivera ao longo da sua vida. Homem culto, galã, com princípios muito consistentes dos quais não abdicava. Era um conversador genuinamente nato.
Um dia mostrei-lhe um poema meu. No dia seguinte ofereceu-me um desenho da sua autoria e no canto superior esquerdo escreveu: "Ao poeta Fernando Almeida" - Ass. José da Fonte Santa. Fiquei atrapalhado. Mostrara-lhe um poema e tratava-me por poeta!? Reparou no meu embaraço e disse-me: " Quem escreve um poema destes, é porque é poeta". Mais embaraçado fiquei. O Sr. Zé era assim ... , uma pessoa generosa e solidária. Os outros estavam sempre em primeiro lugar.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Paisagem
A água, as margens, as árvores, os reflexos, as nuvens, o céu, a ilusão, ...
domingo, 6 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
Chaves
Hoje, pela manhã, captei esta foto. E recordei Agosto de 1983, quando, pela primeira vez, conheci esta bela cidade trasmontana. Cheguei e vi uma cidade cosmopolita, com as ruas apinhadas de gente, uma cidade turística, que me surpreendeu imenso. Afinal, Trás-os Montes não tinha nada a ver com a ideia que havia formulado.
As pessoas mudam, as pedras são imutáveis.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
domingo, 30 de dezembro de 2007
Coimbra

Da parte da manhã, visita à Casa Museu Miguel Torga. Só a vi por fora.
O horário, afixado no portão, indica que só pode ser visitada das segundas aos sábados, das 14.00 às 18.00 horas.
Fica para a próxima.

De tarde, Call Girl, de Antóno-Pedro Vasconcelos. Trata-se de um bom filme, com bons actores e com uma história muito interessante.
***

À noite, leitura de "viajar com... João de Araújo Correia", escritor nascido no dia 1 de Janeiro de 1899 em Canelas do Douro, concelho de Peso da Régua. Morre a 31 de Dezembro de 1985. Exerceu a profissão de médico, e escrevia "nas pausas do atendimento dos doentes". A Régua, o Douro e as suas gentes são o móbil da sua escrita.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Coimbra
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Morte de Benazir Bhutto
A convivência, por vezes, é difícil, independentemente da casta a que se pertence ou da religião que se professa.
Sempre admirei as pessoas que dão a vida por convicções.
Projecto sobre a gestão das escolas
Está para consulta pública o projecto sobre a gestão das escolas.
É muito discutível a diminuição dos representantes dos professores no Conselho Geral; a impossibilidade de o presidente do Conselho Geral não poder ser professor da escola; a forte representação das autarquias, essencialmente nas escolas secundárias, onde não têm nenhumas competências ao nível de recursos físicos e humanos; a concentração de poderes no director da escola; a nomeação dos coordenadores dos departamentos por parte do director.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
A Soma dos Dias
Missa do Galo. Costuma-se dizer que o Natal já não é o que era. A sociedade de consumo absorve grande parte dos valores a ele associado.
***
Estou a terminar "A Soma dos Dias" de Isabel Allende. É um livro de memórias dedicado "Aos membros da minha tribo, que permitiram que contasse as suas vidas". A autora conta-nos a sua relação com o marido Willie, a sua força e valentia frente às adversidades, as suas viagens e as relações com os familiares e amigos. Muito amor, muita luta, muita narrativa, muita escrita.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Dia de Consoada em Chaves
domingo, 23 de dezembro de 2007
Penedono
60
"Já num sublime e público teatro
Se assenta o Rei Inglês com toda a corte.
Estavam três e três e quatro e quatro,
Bem como a cada qual coubera em sorte;
Não são vistos do Sol, do Tejo ao Batro,
De força, esforço e de ânimo mais forte,
Outros doze sair, como os Ingleses,
No campo, contra os onze Portugueses.
61
Mastigam os cavalos, escumando,
Os áureos freios com feroz semblante;
Estava o Sol nas armas rutilando
Como em cristal ou rígido diamante;
Mas enxerga-se, num e noutro bando
Partido desigual e dissonante
Dos onze contra os doze, quando a gente
Começa a alvoroçar-se geralmente.
62
Viram todos o rosto aonde havia
A causa principal do reboliço:
Eis entra um cavaleiro, que trazia
Armas, cavalo, ao bélico serviço;
Ao Rei e às damas fala, e logo se ia
Para os onze, que este era o grão Magriço.
Abraça os companheiros, como amigos,
A quem não falta, certo nos perigos.
63
A dama, como ouviu que este era aquele
Que vinha a defender seu nome e fama,
Se alegra, e veste ali do animal de Hele,
Que a gente bruta mais que virtude ama.
Já dão sinal, e o som da tuba impele
Os belicosos ânimos, que inflama;
Picam de esporas, largam rédeas logo,
Abaixam lanças, fere a terra fogo.
64
Dos cavalos o estrépito parece
Que faz que o chão debaixo todo treme;
O coração, no peito que estremece
De quem os olha, se alvoroça e teme.
Qual do cavalo voa, que não desce;
Qual, co cavalo em terra dando, geme;
Qual vermelhas as armas faz de brancas;
Qual cos penachos do elmo açouta as ancas.
65
Algum dali tomou perpétuo sono
E fez da vida ao fim breve intervalo;
Correndo algum cavalo vai sem dono,
E noutra parte o dono sem cavalo.
Cai a soberba Inglesa de seu trono,
Que dois ou três já fora vão do valo.
Os que de espada vêm fazer batalha,
Mais acham já que arnês, escudo e malha.
66
Gastar palavras em contar extremos
De golpes feros, cruas estocadas,
É desses gastadores, que sabemos,
Maus do tempo, com fábulas sonhadas.
Basta, por fim do caso, que entendemos
Que com finezas altas e afamadas,
Com os nossos fica a palma da vitória,
E as damas vencedoras, e com glória.
67
Recolhe o Duque os doze vencedores
Nos seus paços, com festas e alegria;
Cozinheiros ocupa e caçadores,
Das damas a fermosa companhia,
Que querem dar aos seus libertadores
Banquetes mil, cada hora e cada dia,
Enquanto se detêm em Inglaterra,
Até tornar à doce e cara terra.
68
Mas dizem que, contudo, o grão Magriço,
Desejoso de ver as cousas grandes,
Lá se deixou ficar, onde um serviço
Notável à Condessa fez de Frandes;
E, como quem não era já noviço
Em todo o trance, onde tu, Marte, mandes,
Um Francês mata em campo, que o destino
Lá teve de Torcato e de Corvino"
Luís de Camões, OS LUSÍADAS, Canto VI, 60-68
Chaves - Sedielos - Ferreirim
Na ida para a aldeia, fiz um desvio para conhecer Sedielos, a escola de Sobre a Fonte e Mesão Frio. Não conhecia a parte Oeste do concelho de Peso da Régua. A paisagem com os seus vinhedos, os seus socalcos e o rio Douro continuam a deslumbrar-nos. Também é visível parte do maciço granítico da serra do Marão.
(Frustração no fim da viagem. Como a máquina digital estava avariada adquiri uma descartável - resultado: cerca de 25 fotografias péssimas).
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
A Iniciativa Novas Oportunidades
Vem isto a propósito de um artigo publicado no dia 21 de Dezembro de 2007, no Notícias de Chaves, intitulado "Somos um país do faz de conta ..."
A dado passo, o autor do artigo escreve que o actual Governo diplomou "em semanas, ou meses, milhares de cidadãos, com certificados oficiais que equiparam ao 9.º ou ao 12.º anos, titulares que a outros cidadãos exigiram muitos anos de canseiras, de sacrifícios, de encargos" e que se cometem "verdadeiros atentados «ao saber de experiência feito»".
Conforme há bons e maus jornalistas, também há boas e más Novas Oprtunidades.
Conheçam-se as árvores e as florestas, e respeite-se o trabalho e a seriedade de cada um.
NATAL
nem tão pouco de tão tolo infante
mas o natal de minha mãe é ainda o meu natal
com restos de Beira Alta
ano após ano via surgir figura nova nesse
presépio de vaca burro banda de música
ribeiro com patos farrapos de algodão muito
musgo percorrido por ovelhas e pastores
multidão de gente judaizante estremenha pela
mão de meu pai descendo de montes contando
moedas azenhas movendo água levada pela estrela
de Belém
um galo bate as asas um frade está de acordo
com a nossa circuncisão galinhas debicam milho
de mistura com um porco a que minha avó juntava
sempre um gato para dar sorte era preto
assim íamos todos naquela figuração animada
até ao dia de Reis aí estão
um de joelhos outro em pé
e o rei preto vinha sentado no
camelo. Era o mais bonito.
depois eram filhoses o acordar de prenda no
sapato tudo tão real como o abrir das lojas no dia
de feira
e eu ia ao Sanguinhal visitar a minha prima que
tinha um cavalo debaixo do quarto
subindo de vales descendo de montes
acompanhando a banda do carvalhal com ferrinhos
e roucas trompas o meu Natal é ainda o Natal de
minha mãe com uns restos de canela e Beira Alta.
João Miguel Fernandes Jorge, Actus Tragicus
Lisboa, Editorial Presença, 1979
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Eurocidade Chaves-Verín
Apresentação do projecto Eurocidade Chaves-Verín.
Segundo as autoridades presentes, trata-se de uma ideia, de uma cooperação de vizinhança, de um programa transfronteiriço com possibilidade de candidatura a fundos comunitários.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Marcel Proust
Escreveu Proust: “quando, todavia, um ser é mal constituído (e, na natureza, tal ser é sem dúvida o homem) que não possa amar sem sofrer, e só na dor aprenda a verdade, torna-se-lhe fatigante a vida. Os anos felizes são anos perdidos, espera-se um desgosto para trabalhar. A ideia de sofrimento prévio associa-se à do labor, teme-se toda a obra nova, pensando nas agruras que será mister suportar antes de concebe-la. E como se compreende que o sofrimento é ainda o que de melhor se encontra na vida, chega-se a pensar sem medo, quase como numa libertação, na morte”.
O Passado e o Futuro
Porque será que ando sempre a olhar para o passado?
sábado, 8 de dezembro de 2007
O fracasso do ensino profissional
O que me surpreendeu foi o autor da carta dizer que "de perto de 500 «mails», chamadas telefónicas e mensagens de telemóvel" que recebeu, ficou com a informação de que esta situação é geral.
Será mesmo? Ou serão casos isolados?
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Leituras
Hoje, leio no Público uma reportagem sobre o assassinato do médico António Ferreira Soares, "O médico dos pobres, como era tratado por não cobrar pela consulta e dar dinheiro para os medicamentos", que sucumbiu às mãos da PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado) na manhã de 4 de Julho de 1942.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Memórias de Natal
Vem esta citação a propósito das nossas memórias. Memória significa reproduzir ideias e imagens; recordar, lembrar. E, quando recordamos o Natal, fazemos uma introspecção, procuramos partículas do nosso passado, pequenas peças que fazem parte de um puzzle, que justificam a nossa passagem por este mundo, como refere a autora do romance Paula.
As imagens, nesta quadra, reproduzem-se em catadupa; aos solavancos; em espiral; umas vezes ordenadas, outras vezes desordenadas; umas vezes nostálgicas, outras vezes alegres e felizes; umas vezes claras e lúcidas, outras vezes opacas e obscuras.
Na aldeia onde fui nado e baptizado e me criei são e escorreito - parafraseando Aquilino Ribeiro - aconteceram muitas vivências, que recordo sempre com muito agrado: o acreditar no Pai Natal; as nozes e os confeites (às vezes eram uns escudos) que ia procurar de madrugada à bota que deixava na chaminé, e que mais tarde vim a saber que esse "milagre" era obra dos meus pais; as grandes nevadas (antigamente não havia Natal sem neve); o sincelo agarrado aos ramos das árvores; a procura de musgo para contribuir para a feitura do Presépio da Igreja; as filhós estaladiças com o açúcar cristalizado das geadas; as couves tronchudas que ia buscar ao campo para serem cozidas e comidas com o bacalhau na ceia de Natal; a reunião familiar na noite de consoada; o jogo do rapa; o jogo do par ou pernão?; a missa do galo; o enorme cepo que ardia no largo da aldeia, e onde nos aquecíamos até altas horas da madrugada; o beijar o Menino Jesus na Missa de Natal; os leilões à saída da Igreja, obra das dádivas dos conterrâneos; o fato domingueiro obrigatório aos domingos; os lençóis frios que sentia ao deitar; o borralho quente e solidário nos dias de Inverno; o bafo quente dos animais quando de noite lhes chegava o feno ou a palha triga.
Sei lá ..., um conjunto de sensações e de vivências que me vêm à memória nesta época do ano.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Avaliação Externa da Escola
A leitura e a escrita são relegadas para segundo ou terceiro planos.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Cerimónia
Hoje, mais uma reunião em Vila Real sobre assuntos relacionados com o Centro e não só.
sábado, 3 de novembro de 2007
A Confissão
A educação dada aos irmãos Manuel e Mário, pelos seus pais, não era demasiado cristã, mas cumpriam-se as regras básicas que um católico deve ter como baptizado e inserido na comunidade cristã.
Havia então nessa época primaveril a necessidade de as pessoas se prepararem para o dia de Páscoa. Como era costume, nas vésperas de Sexta-feira Santa, havia a Desobriga, a Confissão.
Na tarde de Quarta-feira Santa, o Mário e o Manuel lá saíram de casa em direcção à Igreja. Sentaram-se e prepararam-se espiritualmente para a confissão.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
O ranking das escolas
É sempre muito difícil avaliar esta ou aquela escola com base apenas nos resultados dos exames. Quem somos nós para o fazer, sem termos dados objectivos e concretos do que se faz em cada uma delas e sem termos a menor ideia do tipo de alunos que as frequentam?
Ferreirim
Como foi referido por muitos, agora só nos encontramos por razões de falecimentos ou no dia 1 de Novembro.
Apesar de tudo, gosto sempre de ir beber à fonte original.
sábado, 13 de outubro de 2007
A Vaca Moribunda
Depois de uma semana extenuante, com aulas, meto-me no Volkswagen - no "carocha" -, e lá vou eu a caminho de Coimbró, uma aldeia do concelho de Boticas, nos confins do mundo.
sábado, 6 de outubro de 2007
A Operação
Mais um livro
Leituras
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
O Brunheiro
domingo, 30 de setembro de 2007
As eleições no PSD
Ontem, quando abri o blog de Pacheco Pereira (clicar aqui), verifiquei que o símbolo do PSD estava de pernas para o ar.
Por vezes, quando não sabemos perder, ficamos de cabeça para baixo.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
A Estrela de Joana, de Paulo Pereira Cristóvão
domingo, 23 de setembro de 2007
Ida a Guimarães
As novas estradas ajudam-nos muito nestas andanças e araganças.
Sedielos
sábado, 15 de setembro de 2007
Ferreirim
Os vivos, já poucos conheço; os mortos, trazem-me recordações. Só a natureza se mantém inalterável.
Serra da Lapa
Soutosa
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Aquilino Ribeiro
Há cento e vinte e dois anos (no dia 13 de Setembro, de 1885, dia de St.º Aquilino), nasceu, em Carregal da Tabosa, concelho de Sernancelhe, Aquilino Ribeiro. É baptizado em Alhais, concelho de vila Nova de Paiva e em 1895 vai viver para Soutosa, concelho de Moimenta da Beira. No dia 10 de Julho desse mesmo ano vai estudar para o Colégio da Senhora da Lapa. Em 1900 transita para o Colégio Roseira, em Lamego. Em 1902 vai estudar Filosofia para Viseu. Nesse mesmo ano vai frequentar o curso teológico no Seminário de Beja. Não sentindo vocação para seguir a vida de sacerdócio regressa a Soutosa. Em 1906 vai residir para Lisboa onde é preso por ter guardado dois caixotes de explosivos. Evade-se da esquadra do Caminho Novo seguindo posteriormente, de um modo clandestino, para Paris. terça-feira, 11 de setembro de 2007
O drible
domingo, 9 de setembro de 2007
Novo ano escolar
Transplante
sábado, 1 de setembro de 2007
Visita a Vilar de Perdizes
Visita a Vilar de Perdizes. Lá trouxe uns chás para ver se me ajudam a curar os males do corpo e do espírito.
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
O Gode
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Esta noite vi ...
Seres disformes cor-de-prata
Vi pássaros voando no ar térreo e empedernido
Vi cavalos pretos rindo-se de cavalos branco-esverdeados
Vi cataratas correndo sobre uma corda
Vi um espelho com o coração aos saltos
Vi cantar um relógio com pés de cabra
Vi um galo bebendo um whisky gelado
Vi uma mulher com os seios enormes e quadrados
Vi a Lua ardendo em chamas que pingavam água
Esta noite vi ...
Uma noite conversando comigo.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Monte Gordo
A justiça (a investigação judicial), por vezes, erra, mas há que continuar a acreditar nas investigações e no desfecho final.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Monte Gordo
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Monte Gordo
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Coimbra
Encontro com um colega dos tempos da Faculdade.
É sempre bom vir a Coimbra, estar com os familiares e recordar tempos de estudante.
"O mundo pula e avança" como diz António Gedeão.
sábado, 28 de julho de 2007
Férias
domingo, 22 de julho de 2007
Sines, antes e depois

das águas cresce a obra do homem, ouve-se um lento grito d'espuma e suor
na memória ficam os sinais dos bosques ceifados, as dunas desfeitas e algumas casas abandonadas
estenderam-se tubos prateados, onde escorre o negro líquido
lavantaram-se imensas chaminés, serpenteiam auto-estradas na paisagem irreconhecível do teu rosto
onde estão as tâmaras maduras de tuas palmeiras?
e o perfume intenso das flores debruçando-se ao sol?
que murmúrio terão as pedras do teu silêncio?
a memória é hoje uma ferida onde lateja a Pedra do Homem, hirta como uma sombra num sonho
e as aves? frágeis quando aperta a tempestade... migraram como eu?
aonde caminhas, Doce Moura Encantada?
ouço o ciciar dos canaviais dentro do sono, adivinho teu caminhar de beijos no rumor das águas
tuas mãos de neve recolhem conchas, estrelas secretas, luas incendiadas... que o mar esconde na respiração das marés
estremecem-me nas mãos os insectos cortantes do medo, em meu peito doído ergue-se esta raiva dos mares-de-leva"
In Degredo do Sul de Al Berto, da Assírio & Alvim
sábado, 21 de julho de 2007
O Tó Zé
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Indignação e revolta
domingo, 15 de julho de 2007
Entrevista de José Saramago ao DN
(In Diário de notícias, de 15 de Julho de 2007).
Desde a escola primária que sempre me ficou na memória a batalha de Aljubarrota, a governação dos Filipes, o Conde Andeiro, o traidor Miguel de Vasconcelos e outros.
Ida inesperada a Ferreirim
A vida é efémera, como efémero foi o encontro com amigos e familiares que já não via há muitos e muitos anos.
sábado, 14 de julho de 2007
"Foi assim"
domingo, 8 de julho de 2007
"Foi assim"
Leio também Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta.
Dois mundos completamente antagónicos, mas que se tocam em muitos aspectos.













