segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
2.º PERÍODO LETIVO
Amanhã reabrem as aulas. Mais uns meses de atividades letivas e não letivas. Há que saber lidar com vários problemas, que nos assolam diariamente; ser resiliente, como hoje se diz.
domingo, 1 de janeiro de 2017
Ano 2017
Hoje é o primeiro dia do ano de 2017.
Faz-se um balanço do ano anterior e projeta-se o próximo.
Mas os fenómenos sociais são tão imprevisíveis que não nos permitem especular sobre o que quer que seja. Sei apenas que temos que continuar a nossa caminhada, enfrentar as tormentas e agradecer a bonança.
Faz-se um balanço do ano anterior e projeta-se o próximo.
Mas os fenómenos sociais são tão imprevisíveis que não nos permitem especular sobre o que quer que seja. Sei apenas que temos que continuar a nossa caminhada, enfrentar as tormentas e agradecer a bonança.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
SETE DIAS POR ESPANHA
Sete dias de férias por terras de Espanha: Cangas de Onís, Potes, Fuente Dé, Ribadesella, Museu Guggenheim, Oviedo, Ferrol, Corunha, Santiago, Cangas, Ilhas Cies (Vigo).
Lago Enol
Fuente Dé (depois de subir o teleférico)
Guggenheim
Catedral de Oviedo
Ferrol
Ferrol - Museu
Praia - Corunha
Catedral de Santiago
Cangas - Vigo
Ilhas Cíes - Alto do Príncipe
domingo, 7 de agosto de 2016
IDA A FERREIRIM
Como as férias ainda não chegaram, aproveitei, ontem, para ir dar uma "volta" com a Carmo. É bom sair do rame-rame, espalhar o espírito e sair das preocupações diárias.
Fui recordar os meus tempos em Lamego. E visitar o cemitério de Ferreirim. E quando assim fazemos, vem-nos uma chusma de recordações, de sensações, de emoções por todos os locais por que passámos.
| Senhora dos Remédios em Lamego |
| Casa onde vivi com o meu irmão, enquanto estudantes no Liceu. |
| Liceu onde fiz os meus estudos secundários |
| Interior da Igreja da Lapa |
| Interior da Igreja de Ferreirim |
| Pombal |
domingo, 24 de janeiro de 2016
25.ª FEIRA DO FUMEIRO - MONTALEGRE
O Barroso é único: com as suas tradições, com as suas serras, com as suas águas, com o seu clima, com as suas gentes.
Lá fui a mais uma Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso. Mas foi a 1ª vez que senti os 12 graus de temperatura, o que não deu para apreciar a enorme fogueira, o ar gélido nas orelhas, aquele sincelo ou a neve tão característica do Barroso.
Lá fui a mais uma Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso. Mas foi a 1ª vez que senti os 12 graus de temperatura, o que não deu para apreciar a enorme fogueira, o ar gélido nas orelhas, aquele sincelo ou a neve tão característica do Barroso.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Ida a Ferreirim
Ontem, fui de visita a Ferreirim. Além da ida ao cemitério, aproveitei para visitar familiares e sentir o passado vivido na terra que nos viu nascer.
domingo, 9 de agosto de 2015
IDA A FERREIRIM
Há dezenas de anos que não ia à festa da minha aldeia. E, dada a resposta positiva da minha filha à solicitação que lhe fizera em me acompanhar neste passeio, aí fomos nós até à Beira Interior.
Altar da Igreja Matriz de Ferreirim
Banda Musical 81 de Ferreirim
Músicos - esculturas à entrada da freguesia
Albufeira do rio Távora na Vila da Ponte
Quadra do amigo e colega, José Rodrigues Costa (já falecido), inscrita no placard do Restaurante "O 7.º Irmão" em Dálvares - Tarouca
sexta-feira, 3 de abril de 2015
UM TRECHO DE MANOEL DE OLIVEIRA
Corre o ano de 1978. Numa tarde de junho/julho, percorro a rua em frente
ao Museu Machado de Castro, em Coimbra, e deparo-me com um aglomerado de
pessoas. Num pátio em frente ao portal do Museu, vejo ainda um pequeno grupo. Pergunto o que se passa. “Estão
a filmar o Amor de Perdição!”, respondem-me baixinho e de um modo
expectante. E, de facto, vejo atores, o homem da câmara, e um senhor que
dirigia os trabalhos - era o cineasta Manoel de Oliveira.
De vez em quando, ouve-se a palavra: “coooorta…!”. Alguém
explica: “foi o ruído de uma motorizada”, que entretanto passara lá
longe do local onde decorriam as filmagens. E, passados uns instantes, Manoel
de Oliveira repete: “aaaaaaaaação!!!!,
seguido de mais um “coooooorta!”.
Desta vez, tinha sido o revólver do Simão que se tinha negado a disparar para o
ar. Novamente: “aaaaação!” E
repete-se a cena. E eis, que ao longe, mais um ruído. Agora, proveniente de uma
aeronave. E um “cooooooorta!”, mais
uma vez. Ainda se ouvem mais uns “aaaaação!”
e uns “coooorta!”, ou por causa do
revólver que só disparara um tiro (e não dois como estava previsto) ou por mais
um barulho, por isto ou por aquilo.
E, a partir deste ver "in loco”, comecei a apreciar o cinema de outro modo e a respeitá-lo ainda
mais.
sábado, 24 de janeiro de 2015
domingo, 4 de janeiro de 2015
sábado, 13 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
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