sexta-feira, 15 de agosto de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Visita ao Farol
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Olimpíadas de Pequim
Nós, portugueses, somos muito fanfarrões. Que nos jogos Olímpicos de Pequim vamos ganhar 5 ou 6 medalhas. A ver vamos. A Telma Monteiro, uma das favoritas à vitória no judo, ficou-se pelo 9.º lugar.
O mesmo aconteceu no europeu de futebol de 2004, no mundial de 2006 e no europeu de 2008.
O mesmo aconteceu no europeu de futebol de 2004, no mundial de 2006 e no europeu de 2008.
100 livros que mudaram a vida de 100 escritores
A revista "El País Semanal", de 10 de Agosto de 2008, tem por título CIEN ESCRITORES EN ESPAÑOL ELIGEN LOS 100 LIBROS QUE CAMBIARON SU VIDA. Nos dez primeiros estão: D. Quixote, de Cervantes; Em Busca do Tempo Perdido, de Proust; Odisseia, de Homero; O Processo e A Metamorfose, de Kafka; Ana Karenina e Guerra e Paz, de Tolstoi; Moby Dick, de Melville; Contos, de Chekov; e Ficções de Luís Borges. A lista continua com autores muito conhecidos e muito bons, como não podia deixar de ser.
Em 37.º lugar aparece O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.
Esta lista é uma espécie de ranking da literatura a que os nossos vizinhos chamam canon.
Em 37.º lugar aparece O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.
Esta lista é uma espécie de ranking da literatura a que os nossos vizinhos chamam canon.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Prémios
O Ministério da Educação decidiu atribuir 500 € ao(s) melhor(es) aluno(s) de cada escola do ensino secundário. Fica-se com a impressão de que a educação também se compra.
Já não direi o mesmo relativamente à oferta de um livro a cada aluno que vai frequentar o 1.º ciclo do ensino básico.
Já não direi o mesmo relativamente à oferta de um livro a cada aluno que vai frequentar o 1.º ciclo do ensino básico.
Jogos Olímpicos
Hoje começam os Jogos Olímpicos de Pequim.
Este evento permite mostrar ao mundo o que um país tem de bom e de menos bom. Não só no plano desportivo mas também no político, social, económico, etc.
Este evento permite mostrar ao mundo o que um país tem de bom e de menos bom. Não só no plano desportivo mas também no político, social, económico, etc.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Leituras de férias
Leio "D. Teresa - A Primeira Rainha de Portugal", de Marsilio Cassoti, da Esfera dos Livros, com um prefácio de Guilherme D'Oliveira Martins.
Casamentos, rivalidades, descendências, poder, educação, vidas privadas - um pouco de tudo, da que foi a mãe da nação portuguesa.
Casamentos, rivalidades, descendências, poder, educação, vidas privadas - um pouco de tudo, da que foi a mãe da nação portuguesa.
sábado, 2 de agosto de 2008
O Estatuto dos Açores
Pela leitura que fiz pelos jornais, dou razão a Cavaco Silva. Pena foi que não tivesse enviado essas dúvidas ao Tribunal Constitucional no seu devido tempo.
Leituras de férias
Já ouvi falar muitas vezes de Maquiavel durante a minha formação académica. No entanto, só ontem comecei a ler o Príncipe na íntegra, da Editorial Presença, com uma extraordinária introdução de José António Barreiros.
Férias
Mais umas férias para recarregar baterias e preparar-me para mais um ano lectivo, que se prevê complicado.
sábado, 12 de julho de 2008
domingo, 8 de junho de 2008
Portugal 2 - Turquia 0
Começou o Europeu 2008.
A equipa portuguesa jogou bem: com qualidade, com consistência, com vitalidade, com determinação. Se jogar sempre assim, irá longe. Mas, como todos sabemos, a bola é redonda.
É um feito que nos anima a todos, essencialmente os emigrantes que sentem orgulho do país de que são origem.
A equipa portuguesa jogou bem: com qualidade, com consistência, com vitalidade, com determinação. Se jogar sempre assim, irá longe. Mas, como todos sabemos, a bola é redonda.
É um feito que nos anima a todos, essencialmente os emigrantes que sentem orgulho do país de que são origem.
domingo, 1 de junho de 2008
A crise
Aquecimento global, subida dos preços dos combustíveis e dos cereais. O mundo da abundância exagerou no consumismo e no bem estar. Abandonou e desprezou a Mãe-Natureza. O homem talvez tenha que pagar por alguns dos seus erros se quiser e for capaz de repor o equilíbrio natural das coisas. Quem sabe destruir também deve saber construir!
sábado, 31 de maio de 2008
Passeio Pedestre a Santa Bárbara - Ventuzelos
Para comemorar o Dia Mundial Sem Tabaco a Escola Fernão de Magalhães organizou um passeio ao Santuário de Santa Bárbara - Ventuzelos.
Quando a tempestade se torna iminente, reza o povo:
Santa Bárbara bendita
Que no céu está escrita
E na terra assinalada
Pedi a Nosso Senhor
Que nos livre desta trovoada.
(In Roteiro de Chaves-G. C. Aquae Flaviae,1998).
domingo, 25 de maio de 2008
De cima do meu monte
De cima do meu monte
Observo o mundo desconhecido,
Revejo amigos e inimigos,
Recordo amores e desamores
Alegrias e tristezas
Enganos e desenganos.
De cima do meu monte
Vejo-me a mim
Perdido
À procura de um caminho
Que tenha um sentido.
Observo o mundo desconhecido,
Revejo amigos e inimigos,
Recordo amores e desamores
Alegrias e tristezas
Enganos e desenganos.
De cima do meu monte
Vejo-me a mim
Perdido
À procura de um caminho
Que tenha um sentido.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Evocação do General Humberto Delgado
A Câmara Municipal de Chaves evocou a passagem do General Humberto Delgado pela cidade de Chaves há precisamente 50 anos, em 22 de Maio de 1958. A sessão decorreu, ontem, dia 21 de Maio, na Biblioteca Municipal.
Depois das intervenções do Sr. Presidente da Câmara e do Dr. Júlio Montalvão Machado, o autor da obra, Frederico Delgado Rosa, relatou os aspectos mais relevantes da vida de Humberto Delgado, referindo a tramóia maquiavélica que resultou no assassinato do General. Fez ainda referência à gravação do discurso do biografado efectuado nesta cidade, e que é hoje o único registo sonoro da campanha eleitoral, guardado durante décadas no quintal do Dr. Júlio Montalvão.
A vida das pessoas, tal como as dos povos, tem percursos, que não sabemos como seriam, se tivessem tido um rumo diferente. Mas o lado negro de algumas personagens acaba também por fazer História e desviar, muitas vezes, o seu percurso natural.
domingo, 18 de maio de 2008
Catástrofes
O ciclone Nargis já fez dezenas e dezenas de milhar de vítimas. No entanto, segundo o jornal Público, a junta militar da Birmânia ainda não passou "visto de entrada ao subsecretário-geral da ONU para os Assuntos Humanitários, John Holmes, nem a outras personalidades que pretendem ajudar a resolver a situação de calamidade". Quando se trata deles - os ditadores - não perdem tempo a salvar a sua pele.
Na China, um forte sismo também vitimou milhares e milhares de pessoas. Praticamente a região de Sichuan ficou arrasada.
Na China, um forte sismo também vitimou milhares e milhares de pessoas. Praticamente a região de Sichuan ficou arrasada.
Falecimento de um amigo
O fim da Vida é sempre algo de muito doloroso, essencialmente para os mais próximos. Mas é ainda mais doloroso quando vem cedo e de um modo quase imprevisto. A Morte é um enigma, é algo sobre a qual não sabemos nada, que se aproxima de nós e nos leva quando muito bem entende.
Escreveu Goethe:
"A Morte é uma impossibilidade
que, de repente,
se torna realidade".
Escreveu Goethe:
"A Morte é uma impossibilidade
que, de repente,
se torna realidade".
Melres
Ontem, dia 17, reunião familiar no casamento de um primo em Melres, vila e freguesia do concelho de Gondomar. Depois da cerimónia, o repasto, e, a terminar, bailarico.
Melres com o rio Douro ao fundo
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Livros e leituras
Gosto de me rodear de livros: na biblioteca, na sala, no quarto, em todo o lado. Deixar-me embeber de livros e de leitura, aconchega-me e ajuda-me a apreciar o mundo de outra maneira.
Por isso, mais um livro do Manuel António Teixeira Araújo, de José Saramago, de Agostinho da Silva (...), para esse contributo afectivo e de saber, para melhor me ajudarem a compreender o mundo que me rodeia.
Por isso, mais um livro do Manuel António Teixeira Araújo, de José Saramago, de Agostinho da Silva (...), para esse contributo afectivo e de saber, para melhor me ajudarem a compreender o mundo que me rodeia.
sábado, 26 de abril de 2008
Regresso às origens
Mais uma visita à Beira Interior com passagem por Viseu. Uma pausa ao desassossego profissional.
Adquiri a biografia do "Marechal Costa Gomes", de Luís Nuno Rodrigues, d' a esfera dos livros. Vou ver se arranjo algum tempo para ler e recordar alguns momentos políticos do pós 25 de Abril, vividos por um flaviense.
Adquiri a biografia do "Marechal Costa Gomes", de Luís Nuno Rodrigues, d' a esfera dos livros. Vou ver se arranjo algum tempo para ler e recordar alguns momentos políticos do pós 25 de Abril, vividos por um flaviense.
Interregno
Desde o dia 23 de Março que não escrevo neste blogue. Os afazeres profissionais não me têm proporcionado ambiente mental para me dedicar a esta tarefa.
Muito aconteceu nestes dias: no dia 1 de Abril, intercâmbio com Verín; dias e dias de preparação para a avaliação externa da Escola, que decorreu nos dias 14 e 15; reuniões e mais reuniões. Daí o ter-me passado o 1.º aniversário (no dia 12) deste blogue e muitas outras coisas da minha vida particular.
Muito aconteceu nestes dias: no dia 1 de Abril, intercâmbio com Verín; dias e dias de preparação para a avaliação externa da Escola, que decorreu nos dias 14 e 15; reuniões e mais reuniões. Daí o ter-me passado o 1.º aniversário (no dia 12) deste blogue e muitas outras coisas da minha vida particular.
sábado, 5 de abril de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Páscoa 2008
Como já referi noutras ocasiões, gosto sempre de comparar o agora com o antes. Neste caso, comparar as festividades pascais aqui e agora com as que vivi na aldeia, na infância e na adolescência. Fico sempre com a sensação de que o antes era muito melhor. Penso que era mais vivido, mais sentido. A Páscoa era religiosidade, alegria e convivência familiar e social. A visita pascal que decorria em todos os lares era bem um exemplo do que acabo de referir.
Este ano tive a visita de familiares. Trabalhei um pouco e li a imprensa diária e semanal. Foi muito comentado o comportamento de uma aluna para com uma professora por causa de um telemóvel. Infelizmente, o que se passou, não foi um caso isolado. É preciso que as pessoas se respeitem umas às outras, sejam disciplinadas, colaborantes e trabalhem todas para o bem comum. Todos temos alguma culpa na sociedade em que vivemos, e muito temos a dizer sobre o tipo de sociedade que queremos ter no futuro - a começar pela opinião da própria juventude.
Este ano tive a visita de familiares. Trabalhei um pouco e li a imprensa diária e semanal. Foi muito comentado o comportamento de uma aluna para com uma professora por causa de um telemóvel. Infelizmente, o que se passou, não foi um caso isolado. É preciso que as pessoas se respeitem umas às outras, sejam disciplinadas, colaborantes e trabalhem todas para o bem comum. Todos temos alguma culpa na sociedade em que vivemos, e muito temos a dizer sobre o tipo de sociedade que queremos ter no futuro - a começar pela opinião da própria juventude.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Por Terras Barrosãs
sábado, 15 de março de 2008
X Feira do Folar - Valpaços
Rio de Sombras
Ontem, dia 14, lançamento do romance Rio de Sombras de António Arnaut nos claustros do Governo Civil de Vila Real. Apresentou a obra a Drª Maria da Assunção Anes Morais. Ainda não li o livro, mas, pelo que ouvi na sessão, o autor romanceia acontecimentos ocorridos entre 1968 a 1988, em Coimbra, na beira aquiliniana e noutros locais. O autor continua igual a si mesmo: aos seus princípios e aos seus valores. Por isso, é um crítico a muitas políticas seguidas pelo actual Governo.
Aproveitei para comprar na Bertrand o livro 1808 (como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil) de Laurentino Gomes, editado pela LIVROS D´HOJE.
Aproveitei para comprar na Bertrand o livro 1808 (como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil) de Laurentino Gomes, editado pela LIVROS D´HOJE.
domingo, 9 de março de 2008
Avaliação
Diz António Barreto no Público de hoje relativamente à política do Ministério da Educação: "O Governo queria organizar uma cruzada, fazer tudo ou nada, agir por enxurrada e realizar tudo ao mesmo tempo, em todo o sítio e para toda a gente. Com este método, os erros tomam uma dimensão colossal e torna-se impossível corrigir o que quer que seja." Este ambiente sente-se nas escolas, e - diria até - que alguns desses erros poderão ser irreparáveis, provocando um efeito dominó de graves consequências. É urgente parar para pensar e dialogar.
domingo, 2 de março de 2008
Testemunhos
TESTEMUNHOS é o título de um livro que, como diz a sua coordenadora Ana Maria Tavares Elias da Costa Guimarães, "não pretende ser mais do que uma compilação de textos e fotografias", que dão a conhecer a vida da Escola Secundária Dr. Júlio Martins, desde os seus primórdios, passando pelo 25 de Abril até aos nossos dias
No dia do lançamento do livro recordei alguns momentos vividos neste estabelecimento de ensino nos anos lectivos 1983 a 1985, onde leccionei as disciplinas de Introdução à Economia, Sociologia e Direito.
No dia do lançamento do livro recordei alguns momentos vividos neste estabelecimento de ensino nos anos lectivos 1983 a 1985, onde leccionei as disciplinas de Introdução à Economia, Sociologia e Direito.
O Estatuto do Aluno
Daniel Sampaio na Pública de 2/3/08 escreve: "O Estatuto do Aluno é um documento errado no seu conteúdo, impossível de aplicar na prática e potenciador de conflitos entre pais, alunos e professores." De seguida enumera 7 razões para comprovar o que afirma. Remata o artigo afirmando: "o estatuto tem de estar morto, nunca apenas suspenso".
sábado, 1 de março de 2008
Semana alucinante
Ultimamente muitas escolas têm trabalhado de manhã, à tarde e à noite. Assim vão os tempos actuais. No mínimo, o Conselho Executivo da escola onde trabalho realizou cerca de 7 reuniões. Na segunda feira reunião em Valpaços sobre os cursos EFA. Terça-feira Reunião do Conselho Pedagógico, da Assembleia de Escola, do CNO (Centro Novas Oportunidades). Quarta sobre os planos de melhoria. Quinta novamente sobre o CNO. Sexta reunião da Comissão Pedagógica do Centro de Formação Chaves Boticas. Ao fim do dia de sexta mais uma sessão de certificação do CNO. Já não para falar das reuniões de departamento realizadas pelos coordenadores. Com toda esta azáfama esquecemo-nos de muitas outras coisas muito importantes, como por exemplo dos alunos, que são a causa principal da existência das escolas.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
De passagem pela vila de Santo Estêvão
Domingo de manhã muito agradável. Depois de meter gasolina em Espanha, viro em direcção a Santo António de Monforte, passo pela barragem das Nogueirinhas e visito a Vila de Santo Estêvão. Na fachada do Centro Comunitário recordei momentos históricos do nosso país (os nossos Reis e as principais façanhas das nossas descobertas). Uma obra social e pedagógica.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Notícias de hoje
O jornal Público na primeira página diz que "Sócrates reúne-se com professores do PS para travar contestação". Oxalá os colegas refiram os verdadeiros problemas que as escolas vivem actualmente.
O semanário Sol refere que autarca e deputado do PSD foi constituído arguido por "suspeitas de favorecimento de empresa construtora de hotel na marginal da Figueira da Foz". Que a Justiça está em "risco de apagão geral" e que "construtor de Almada denuncia pressões da Câmara ..."
Por sua vez o semanário Expresso escreve: "Como o Governo Santana Lopes ofereceu um casino".
Nunca mais nos endireitamos de modo a pensarmos no país e não em lobys ou interesses particulares.
O semanário Sol refere que autarca e deputado do PSD foi constituído arguido por "suspeitas de favorecimento de empresa construtora de hotel na marginal da Figueira da Foz". Que a Justiça está em "risco de apagão geral" e que "construtor de Almada denuncia pressões da Câmara ..."
Por sua vez o semanário Expresso escreve: "Como o Governo Santana Lopes ofereceu um casino".
Nunca mais nos endireitamos de modo a pensarmos no país e não em lobys ou interesses particulares.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Sim, sei bem
Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
(Fernando Pessoa)
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
(Fernando Pessoa)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
A gestão das escolas
Está a tornar-se difícil gerir as escolas. E isto porque há uma avalanche de diplomas que chegam diariamente, de tarefas a realizar, de burocracia a cumprir com prazos estabelecidos, de colegas desmotivados e cansados, de alunos indisciplinados, de pais que pouco se interessam com os filhos.
Hoje, muitas escolas oferecem o Ensino Regular, Cursos de Educação e Formação, Cursos Profissionais, Ensino Recorrente, cursos de Educação e Formação de Adultos, Centros Novas Oportunidades. Há ainda os exames a nível de escola, testes intermédios a nível nacional, o novo estatuto do aluno, a avaliação do pessoal não docente, reuniões e mais reuniões. Acrescento as candidaturas financeiras a muitos daqueles cursos, com contabilidade própria. A actualização constante de Projectos Educativos, de Regulamentos Internos, de Planos Anuais de Actividade e de muitos outros regulamentos. Alguns deles terão de ser actualizados por causa da avaliação de desempenho dos professores, e, posteriormente, aquando da publicação do diploma sobre a nova gestão das escolas. Leccionar e realizar todo este trabalho, é cansativo, é penoso, é frustrante e até desumano, na medida em que muitos desses documentos se alteram com a ideia de que daqui a uns meses teremos que o fazer novamente. Muitas vezes, temos que trabalhar no escuro, por falta de diplomas, que regulamentem situações ainda por esclarecer, como é o caso do trabalho a realizar no âmbito da avaliação de desempenho do pessoal docente.
Hoje, muitas escolas oferecem o Ensino Regular, Cursos de Educação e Formação, Cursos Profissionais, Ensino Recorrente, cursos de Educação e Formação de Adultos, Centros Novas Oportunidades. Há ainda os exames a nível de escola, testes intermédios a nível nacional, o novo estatuto do aluno, a avaliação do pessoal não docente, reuniões e mais reuniões. Acrescento as candidaturas financeiras a muitos daqueles cursos, com contabilidade própria. A actualização constante de Projectos Educativos, de Regulamentos Internos, de Planos Anuais de Actividade e de muitos outros regulamentos. Alguns deles terão de ser actualizados por causa da avaliação de desempenho dos professores, e, posteriormente, aquando da publicação do diploma sobre a nova gestão das escolas. Leccionar e realizar todo este trabalho, é cansativo, é penoso, é frustrante e até desumano, na medida em que muitos desses documentos se alteram com a ideia de que daqui a uns meses teremos que o fazer novamente. Muitas vezes, temos que trabalhar no escuro, por falta de diplomas, que regulamentem situações ainda por esclarecer, como é o caso do trabalho a realizar no âmbito da avaliação de desempenho do pessoal docente.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Recomendações sensatas
Sobre o processo de avaliação de desempenho dos docentes a Assembleia de Escolas (constituída por 60 conselheiros representantes dos Conselhos Executivos de todo o país) decidiu elaborar as seguintes recomendações:
"i. O Ministério da Educação deve diferir o processo de avaliação de desempenho do pessoal docente, entretanto iniciado, para momento posterior ao da publicação de todos os documentos, regras e normas legais previstos no Decreto-Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro.
ii. Cumprida que esteja a publicação das normas referidas no ponto anterior, deve o Ministério da Educação conceder às escolas um período de tempo mínimo e necessário à adequação e actualização dos seus instrumentos de regulação internos, designadamente o Projecto Educativo, o Regulamento Interno e o Plano Anual de Actividades.
iii. O Ministério da Educação deve suspender, até que sejam corrigidas, as informações que estão a ser veiculadas no fórum criado pela DGRHE sobre esta matéria e que se reputam de erróneas.
iv. Mais uma vez, este Conselho reitera junto do Ministério da Educação, o entendimento de que é manifestamente inexequível a aplicação do novo modelo de avaliação do pessoal docente, nos termos, prazos e procedimentos com que está actualmente a ser aplicado."
domingo, 27 de janeiro de 2008
As próximas semanas
A educação em Portugal tem sofrido transformações radicais em todos os sentidos. Para a próxima semana lá teremos que continuar a batalhar na avaliação de desempenho do pessoal docente, apesar de faltarem muitos diplomas que venham clarificar várias situações ainda obscuras. O processo legislativo tem andado um pouco desgarrado daquilo que caracteriza um verdadeiro Estado de Direito Democrático. A pressa, por vezes, não é a melhor conselheira. Como diz o povo:"Devagar se vai ao longe". Ou ainda: "Nem oito nem oitenta".
O projecto de decreto lei sobre a gestão escolar também está aí para debate. Muitas alterações se avizinham para o próximo ano lectivo.
As Caldas de Chaves
Passear à noite permite-nos apreciar a cidade de uma outra maneira e ver a lua lá longe ... enigmática.
sábado, 19 de janeiro de 2008
De visita ao S. Caetano
Casino de Chaves
Inauguração do Casino de Chaves.
Lembrei-me de "O Jogador" de Fiodor Dostoievski: o vício do jogo; a roleta que entusiasma os clientes; as paixões; a vida atribulada das pessoas.
Lembrei-me de "O Jogador" de Fiodor Dostoievski: o vício do jogo; a roleta que entusiasma os clientes; as paixões; a vida atribulada das pessoas.
Calçada romana de Sanjurge
"O pinheirinho"
Casa do Sr. Valpaços
Capela de S. Caetano
***
Caminhar permite-nos fazer exercício físico. Controlar o colesterol. Mas permite-nos também reviver a nossa vida em catadupa. Durante 12 km de distância, percorridos em 2 horas e 30 minutos, a nossa mente divaga ... divaga ... divaga ... pela infância, pela família, por locais, por momentos alegres e tristes, pela escola, pelo liceu, pelos colegas, pelas frustrações, pelos êxitos, pelos amores e desamores, pelas profissões, pelo trabalho, pelos momentos de lazer, pelo que nos dizem e pelo que dizemos aos outros, pelos sonhos, pela imaginação, pela realidade, pela fé e a desesperança, pela guerra e pela paz, pelo Iraque, pelos países subdesenvolvidos, pela fome, pela abundância, por uma esquizofrenia sã e verdadeira. Por tudo isto gosto de caminhar em direcção ao infinito.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
A Matança do Porco
Tudo começava quando a porca paria ou o meu pai trazia da feira de Moimenta um ou dois bácoros. Eram-nos apresentos na grande sala. Nessas salas que tinham a trave, os caibros e as telhas à mostra e negras da fuligem que escapava da cozinha.
Depois de cevados durante uma temporada, chegava Dezembro, e na véspera da matança apenas se lhes dava comida ligeira, para a tripa ficar mais vazia.
Vinha o dia aprazado e logo de manhã cedo se preparava o ambiente para a matança: a água, a palha, a corda, o banco, pedras para esfregar o couro do cerdo, alguidar para o sangue, o chambaril, a adega onde iria ser pendurado, etc.
Chegava o Sr. Zé Carniceiro, como era chamado na aldeia, com os seus apetrechos. Na quintã iam-se juntando os ajudantes. O matador entrava no cortelho. Procurava a bizarma e tentava enfiar-lhe a corda no focinho. Os grunhidos lancinantes antecipavam a morte anunciada. O animal preso à corda era arrastado para o banco do suplício. Um agarra-lhe o rabo, outro uma pata, outro uma orelha. Finalmente o animal é deitado no banco e o Sr. Zé prende o focinho à tábua rechada do banco. Preso o animal, coloca-se o alguidar com um pouco de vinagre no fundo por baixo da garganta do cerdo. Imobilizado, eis que o matador espeta a faca no pescoço do porco. A chiadeira é estridente. o sangue cai a jorros no alguidar. O porco ainda esperneia. Tenta mexer a cabela mas sente-se impotente. Dá ainda uma patadas a quem o segura nas traseiras, mas os homens seguros do que estão a fazer dominam o bicho. Mais umas esperneadelas. Mais um esticão. Vem o desfalecimento a caminho da morte. E tudo se prepara para a fase seguinte: a limpeza do animal.
sábado, 12 de janeiro de 2008
De visita a Montalegre
Sempre gostei da Região do Barroso: das suas paisagens, das suas gentes, dos seus costumes, do seu clima, das suas tradições, das suas estações do ano. Conheço algumas aldeias barrosãs.
Quando os filhos eram pequenos, sempre que se avizinhava neve, lá íamos de visita a Montalegre. Aquela paisagem espraiava as nossas preocupações do dia a dia, e vínhamos de lá retemperados para mais uma semana de trabalho.
Sou assíduo à feira do fumeiro. Por isso, mais uma vez, marquei presença neste evento.
A Região do Barroso consegue manter, ao longo do ano, um certo turismo, que contribui para o desenvolvimento económico a Região.
Aqui ficam alguns "olhares" que a câmara captou.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
José da Fonte Santa
Não te esforces poeta.
Prefere ser anónimo
do que falsamente
admirado por quem
não presta.
José da Fonte Santa
Esta semana, ao pesquisar na Internet, descobri que as Edições Colibri (em colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém) tinham publicado duas obras sobre José da Fonte Santa. Através do email da editora requisitei imediatamente esses dois livros. Recebi-os hoje, e leio-os com alguma avidez. Pelas leituras fiquei a saber que o Sr. Zé faleceu no ano de 1998.
Conheci o Sr. Zé (como gostava de o chamar, apesar de me pedir várias vezes para não o tratar por Senhor) em Santiago do Cacém no ano de 1981. Encontrava-me diariamente com ele no Café Ribatejano, onde gostava de o ouvir falar de literatura, de política, do passado e outras histórias. Falava-me de Tolstoi e de outros escritores como me falava das ruas de Santiago e das suas gentes. De igual modo me falava das lutas políticas que travara contra o regime de Salazar. Ou das várias histórias que vivera ao longo da sua vida. Homem culto, galã, com princípios muito consistentes dos quais não abdicava. Era um conversador genuinamente nato.
Um dia mostrei-lhe um poema meu. No dia seguinte ofereceu-me um desenho da sua autoria e no canto superior esquerdo escreveu: "Ao poeta Fernando Almeida" - Ass. José da Fonte Santa. Fiquei atrapalhado. Mostrara-lhe um poema e tratava-me por poeta!? Reparou no meu embaraço e disse-me: " Quem escreve um poema destes, é porque é poeta". Mais embaraçado fiquei. O Sr. Zé era assim ... , uma pessoa generosa e solidária. Os outros estavam sempre em primeiro lugar.
Prefere ser anónimo
do que falsamente
admirado por quem
não presta.
José da Fonte Santa
Esta semana, ao pesquisar na Internet, descobri que as Edições Colibri (em colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém) tinham publicado duas obras sobre José da Fonte Santa. Através do email da editora requisitei imediatamente esses dois livros. Recebi-os hoje, e leio-os com alguma avidez. Pelas leituras fiquei a saber que o Sr. Zé faleceu no ano de 1998.
Conheci o Sr. Zé (como gostava de o chamar, apesar de me pedir várias vezes para não o tratar por Senhor) em Santiago do Cacém no ano de 1981. Encontrava-me diariamente com ele no Café Ribatejano, onde gostava de o ouvir falar de literatura, de política, do passado e outras histórias. Falava-me de Tolstoi e de outros escritores como me falava das ruas de Santiago e das suas gentes. De igual modo me falava das lutas políticas que travara contra o regime de Salazar. Ou das várias histórias que vivera ao longo da sua vida. Homem culto, galã, com princípios muito consistentes dos quais não abdicava. Era um conversador genuinamente nato.
Um dia mostrei-lhe um poema meu. No dia seguinte ofereceu-me um desenho da sua autoria e no canto superior esquerdo escreveu: "Ao poeta Fernando Almeida" - Ass. José da Fonte Santa. Fiquei atrapalhado. Mostrara-lhe um poema e tratava-me por poeta!? Reparou no meu embaraço e disse-me: " Quem escreve um poema destes, é porque é poeta". Mais embaraçado fiquei. O Sr. Zé era assim ... , uma pessoa generosa e solidária. Os outros estavam sempre em primeiro lugar.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Paisagem
Margens do rio Tâmega, em Chaves
A água, as margens, as árvores, os reflexos, as nuvens, o céu, a ilusão, ...
domingo, 6 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
Chaves
Hoje, pela manhã, captei esta foto. E recordei Agosto de 1983, quando, pela primeira vez, conheci esta bela cidade trasmontana. Cheguei e vi uma cidade cosmopolita, com as ruas apinhadas de gente, uma cidade turística, que me surpreendeu imenso. Afinal, Trás-os Montes não tinha nada a ver com a ideia que havia formulado.
As pessoas mudam, as pedras são imutáveis.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)